Pois é, quanto tempo que eu não posto nada aqui, hein? Eis que o motivo maior dos meus posts nesse blog está de volta, os filmes. Depois de um longo e tenebroso inverno sem ver muitos filmes, o fim de férias, junto com a lista do IGN que eu vou citar já já, me inspirou a voltar meu lado cinéfilo para a telinha.

Bom, o IGN fez um listão com os 100 melhores filmes da década, na opinião deles é claro. Sem entrar na polêmica de listas e “Esse filme devia ter entrado” ou “O que diabos esse filme está fazendo aí”, o que interessa é que eu decidi pegar os filmes que eu não vi e tinham potencial pra assistir. No momento desse post, alguns já se foram, mas vou escrever sobre eles com calma.

Abrindo a série, brindo-os com a aposentadoria de um dos maiores ícones do cinema moderno (na minha opinião, dessa vez), Rocky Balboa. Sylvester Stallone foi muito criticado quando decidiu fazer esse filme, eu inclusive tinha minhas dúvidas. Afinal, o velho Stallas já está, bom… “velho”. Um pouco por isso, um pouco por falta de oportunidade na época, não havia visto até hoje o filme. E que tipo de fã desnaturado sou eu, afinal, hein?

Bom, chegou a hora de queimar a língua, hein? Os críticos que me desculpem, e eu ainda nem li as críticas a respeito do filme, a empolgação me trouxe pro blog right away, mas na minha opinião o filme é simplesmente espetacular. Stallone conseguiu pegar a única abordagem que poderia fazer esse filme dar certo. Mostrou um Rocky velho e fracassado, mas que ainda possui uma fera adormecida dentro de si, um monstro que ansiava pela última luta a qual todo grande campeão tem direito. Verdade seja dita, é impossível não simpatizar com o velho Balboa, principalmente pra quem já torceu pela vitória do Italian Stallion inúmeras vezes.

E é exatamente isso que torna o filme espetacular. Nunca houve um filme que me fizesse torcer tanto pela vitória do protagonista. A única coisa capaz de me prender desesperadamente a um filme é seu fator imersão. E é no fator imersão que Rocky Balboa transborda competência. Não há como não torcer por Rocky. Não há como não vibrar em cada soco que o velho campeão acerta em um Mason Dixon que você aprende a odiar ao longo do filme na luta final. Não há como não se empolgar com as cenas misturadas de antigas lutas do grande Rocky mostradas ao longo da última luta. Não há como não triunfar junto com o velho Rocky, segundo a segundo, movimento a movimento.

Fecho aqui então o primeiro post com os melhores filmes da década. Fica a dica de um ótimo filme, recomendo a cada um que assista o velho Rocky lutar uma vez mais, e encarar o último round da sua carreira.

“It ain’t over ‘til it’s over.”

BlogBlogs.Com.Br

Anúncios

Quem me conhece sabe que eu sou fã de carteirinha de Dexter. Desde a segunda temporada, considero a série a melhor em exibição na TV atual, talvez a melhor que eu já assisti. Sou realmente fã, de acompanhar episódio após episódio no dia em que sai, sem atrasos.

Dex!

Dexter é um seriado diferente. Cada temporada tem apenas 12 episódios. Isso pode soar estranho, como disse um amigo meu outro dia: “Toscão.” Mas não é, se você entende a finalidade. São 12 episódios de intensidade constante. Episódios que fazem você ansiar desesperadoramente pelo próximo. Que te prendem na tela por cada segundo dos 52 minutos. Sem enrolação, sem encheção de linguiça, sem fillers. É intensidade do início ao fim. E foi justamente isso que me prendeu a série.

Ah, ok, mas você já é fã da série há um tempão, por que decidiu escrever sobre isso agora?

Por causa dele!

Chegamos, este domingo, ao final da 4° temporada. Indiscutívelmente a melhor temporada do seriado, talvez rivalizando com a 2°. O Season Finale desta temporada(S04E12 – The Getaway), entretanto, foi um episódio absolutamente estonteante. Não, eu não vou escrever um post que sai soltando spoilers pra lá e pra cá. Muito menos de um episódio que, em minha opinião, merece ser assistido. Eu vou escrever sobre como isso foi feito, e por que foi feito com maestria.

Como se termina uma temporada de um seriado fantástico de maneira bombástica? Ah, é mole. Basta fazer uma cena bem chocante, talvez matar um personagem, trazer um outro de volta dos mortos.

Hum, pode ser. Mas quer saber? Isso soa bastante clichê pra mim. Parece que os fãs vão olhar pra tela e pensar: “Ei, mas que merda. Quer dizer que meu seriado favorito é igual a todos os outros?”

Shh.

Mas ei, talvez eu esteja errado. Há uma maneira de se fazer isso. Há uma maneira de ocasionar um twist fantástico, uma cena chocante e não receber um carimbo “Clichê” gigante na testa. Há uma maneira de fazer um fã se agarrar na cadeira e olhar, com olhos arregalados, pra 15 minutos de cena desesperado com o que está acontecendo e fazer ele terminar o episódio amando ainda mais o seriado do que ele amava antes. Foi o que eles fizeram. Os produtores, roteiristas e atores do seriado estão de parabéns. Principalmente Michael Carter Hall, que se não ganhar o Globo de Ouro por essa temporada vai ser a prova viva de que esses prêmios não servem memso para nada.

Curioso?

Assista Dexter. Chegue a 4° temporada. Mantenha-se “spoiler-free” até lá. Acredite, vale a pena. The Getaway é um episódio que vai te abalar emocionalmente. Como nenhum filme, livro ou seriado jamais fez.

Maais um fim de semana de cinema e, dá-lhe review para o blog! O filme da vez foi Bastardos Inglórios, o novo do Tarantino.

E é assim que os nazistas terminam.

E é assim que os nazistas terminam.

Não há melhor maneira de começar este review do que dizendo: Bastardos Inglórios é um filme de Quentin Tarantino. Isso significa muita coisa mas, na raiz, significa que o filme é diferente. O filme já começa diferente, a bem dizer com os créditos rolando numa tela absolutamente preta. Isso mesmo, como que dizendo: “Ei, leia os créditos!”. Depois de Kill Bill, Pulp Fiction e Cães de Aluguel, além de um pequeno preview do Terra que eu havia lido antes de ir ao cinema, esperava logo um filme cheio de ação, mortes e pancadaria. Não que não seja, mas não é assim que ele começa.

Lt. Aldo Raine

Lt. Aldo Raine

A sequência inicial do filme mostra uma bucólica paisagem campestre da França ocupada pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial. Somos apresentados ao Coronel Hans Landa, o “Caçador de Judeus”. Hans vai visitar a casa de um fazendeiro suspeito de esconder judeus. Quando Hans finalmente os encontra, depois de um diálogo delicioso e cheio de tensão, bom… aí vem a primeira de muitas cenas que ditarão o ritmo do filme. Aparente calma, surpresa, ação! E lá se foram os gritos das primeiras tias no cinema.

Sgt. Donny Donnowitz, o Urso Judeu

Sgt. Donny Donnowitz, o "Urso Judeu"

Bastardos é, de fato, um filme bastante “tarantinesco”. Cheio de tiradas ácidas, com desvios inesperados, surpreendentes e absolutamente hilários para o humor, grandes atores em grandes interpretações e pequenos atores (como Cristoph Waltz, o supracitadao Col. Landa) em interpretações de ouro (que lhe rendeu o prêmio de melhor ator no festival de Cannes). Cenas épicas, como quando somos apresentados ao “Urso Judeu” (Eli Roth, o Sylar de Heroes) ou o Lt. Aldo Raine tentando falar italiano no cinema dão tom às não tantas cenas de ação e à carnificina, deveras leve o que não foi ruim.

O filme, de fato, tem tantas cenas legais que fica difícil falar sobre ele sem estragar a graça de quem ainda vai ver. Assim sendo, deixo minha dica. Se você quer ver um filme com um humor fantástico, ação na medida e grandes interpretações de atores como Brad Pitt, Eli Roth e Diane Krueger, além de um grande roteiro do sempre ilustre Quentin Tarantino, feche o navegador e corra para o cinema. Bastardos Inglórios te aguarda!

Ao som de The Pretender do Foo Fighters e de Eye of The Tiger, do Survivor. As músicas que bombarão no meu iTunes este feriadão!

Crepusculomania

26/09/2009

Hora do post polêmico. *rufar dos tambores*

A mania pela série Crepusculo nem está mais tão quente assim, mas outro dia estava eu lembrando, e discutindo, sobre o sucesso da tal série. Afinal de contas, se for analisada friamente, o que Crepusculo tem de especial? É a clássica história do amor-impossível-que-se-torna-realidade revisitada pela milésima vez. Com um adicional, a autora decidiu pegar a já famosa e clássica lenda do vampiro. E foder com ela todinha.

Crepúsculo

Crepúsculo

Afinal, os “vampiros” de Crepusculo são tudo, menos vampiros. Não vou parar aqui pra citar todas as mil e uma modificações grotescas feitas na famosa lenda pela autora. Aliás, vou sim. Mas vou citar apenas uma, por que essa é impagável. Uma passagem, tanto do livro quanto do filme, é absolutamente imperdível. Nosso querido “vampiro” protagonista, Edward Cullen, leva sua pretendente e tetéia Bella para o alto das montanhas e revela o que ocorre quando ele é exposto ao sol. *mais um rufar de tambores, por gentileza* Ele… brilha. É… brilha. Tipo… porpurina. Mas o melhor não é isso, e sim a frase proferida pelo protagonista neste fatídico momento. Ele diz: “The skin of a killer.” Quantos assassinos brilhantes você já viu por aí? É, nem eu.

The skin of a... killer?

The skin of a... killer?

Mas nãão, eu não me dei ao trabalho de escrever este post apenas para ofender a série. Aliás, não era esse o objetivo, apesar de eu não ter resistido. O real objetivo deste post começa aqui. Discutir sobre por quê Crepusculo é um sucesso tão grande. E aí meu amigo, nós chegamos ao que realmente presta na série. A estratégia de marketing impregnada em cada palavra dos 4 livros. É isso aí, há uma grande lição em Crepusculo. Afinal, a série atinge seu público alvo com absoluta maestria.

“Ah, mas você não acha a série ruim, não acha que destruiu a lenda do vampiro #mimimi?”. Acho, mas é justamente essa a questão. Eu não sou o público alvo da série. A série foi feita e modelada para atingir meninas. Não qualquer menina, meninas românticas e incompreendidas. Meninas que não hesitariam em se “apaixonar” por um “charmoso” (vai entender, tem gente que acha) vampirão branquelo. E nesse quesito, não há falhas. A série atinge seu público com cada letra, palavra, frase. A história da menina tímida e isolada, que se sente “A Stranger In a Strange Land” que, de repente, descobre o amor nas mãos do cara mais gatão da escola (que por acaso também é um vampiro, viva os anos 80) é simplesmente imersiva para quem gostaria de estar lá.

O filme.

O filme.

Até nas temáticas a autora acertou para atingir seu público, afinal mal há contato corporal entre Bella e Edward. O romance é puramente… romântico. Sem beijos, pegação, nothing. O romance perfeito, perfeito para o público alvo, é claro.

Crepusculo chegou ao sucesso onde dezenas, centenas de outros falharam. Muitas boas histórias se perdem por tentarem atingir à todos os públicos. Afinal, elas acabam não atingindo nenhum. Polêmica como é, divisora de opiniões, a série Crepusculo atingiu seu público exatamente como quis. Gerou amor em muitos, e ódio em mais ainda e levanta (e vai continuar levantando por um bom tempo), ferrenhas discussões onde quer que seja citada. Boa ou ruim, pra mim é uma lição.

Em homenagem a Mari, ao som de Decode, do Paramore. Ou de Supermassive Blackhole, do Muse.

Review: Up

20/09/2009

Domingo é aquele dia família. Assim, se você não quer se contentar com o Faustão, é hora de pegar mamãe, vovó, periquito e papagaio e colocar o pé na estrada. E assim, após longo e tenebroso inverno, hoje foi dia de cinema. Graças à minha irmã, o filme foi Up – Altas Aventuras (odeio esses subtítulos). “Ah, filme de criança, #mimimi”.

Up

Up

Os amigos sabem que eu sou um grande fã das animações desde Toy Story, um dos filmes mais marcantes da minha infância. Assim sendo, sempre que dá dou uma conferida nas peças que a Pixar lança. Depois de dar uma lida num review, era claro que eu ia conferir Up.

Antes de começar a falar do filme, vale um parentêses para algo que eu vi do lado de fora, na fila. Enquanto esperava pacientemente para comprar meu ingresso (cinema domingo ;s), dei da cara com o banner abaixo. Yeah. Vão trazer Toy Story de volta aos cinemas. Em 3D. Alguma dúvida de que eu estarei lá?

Ohh, 3D!

Ohh, 3D!

Isto posto, vamos ao que interessa. Como Up é um filme em 3D, começarei pelos aspectos técnicos. Aliás, essa foi uma decisão muito acertada da Pixar. A profundidade proporcionada pelo 3D dá outro tom ao filme, deixando a platéia absolutamente boquiaberta, principalmente durante as sequências no céu, que não são poucas aliás. Por sinal, a abertura da Disney (aquela com o castelinho) é uma das sequências mais incríveis, fiquei besta. Em termos da qualidade da animação, a Pixar se supera dia após dia. Up é lindo e coloridíssimo, mas sem soar filme de bebê. Os efeitos de luz e sombra são fantásticos, não há sequer um defeito. É uma animação para ser mais do que vista, apreciada. O design dos personagens também é incrível, como o Sr. Friedericksen quadradão, combinando com sua personalidade ou as pequenas asinhas de Kevin, o pássaro.

Sr Friedericksen e Russel

Sr Friedericksen e Russel

A história foi um dos pontos que mais me surpreendeu. Apesar de já ter lido o review supracitado, eu ainda esperava um filme infantilzão e bobo. Encontrei uma história sólida, que fala de amor e perda e que quase me arracou algumas lágrimas numa sequência em especial. Up conta a história de Carl Friedericksen, um senhor que, após perder sua esposa e ser mandado para viver num asilo, decide alçar voo com sua casa presa em balões e ir buscar o sono de sua esposa, o Paraíso das Cachoeiras. Os roteiristas da Pixar souberam atingir os dois públicos, adulto e infantil, com igual maestria. Alguns tons da história, os mais pesados e mais dramáticos passam desapercebidos pelas crianças mas são facilmente captados, e apreciados, pelo público adulto. Isto significa que Up é um filme fantástico se você tiver nove anos e continua sendo fantástico se você tiver, sei lá, noventa.

Vá ao cinema, delicie-se com a história, a animação e o 3D. E aguardem, muito em breve, um review de fã do bom e velho Toy Story.

Ao som de Amigo Estou Aqui, do eterno Toy Story.

É, o Twitter continua me surpreendendo o tempo todo. Não, não por ser um grande fenômeno, por todo mundo usar, por ser foda ou por eu estar completamente viciado nele. Aliás, é exatamente o contrário. O twitter me surpreende por que eu sou simplesmente incapaz de usá-lo.

Não entendi a piada da baleia. ;/

Não entendi a piada da baleia. ;/

“Pô cara, por quê? O twitter é show, super massa véio, passo o dia inteiro twitando sobre a minha vida.”. Pois é, o problema do twitter, ou pelo menos o meu problema com o twitter são justamente os tweets. Quem se dá ao trabalho de ler as coisas que eu escrevo sabe, melhor do que ninguém, que eu falo/escrevo pra caralho. Quando eu começo, eu não consigo parar. Acho que escrever é simplesmente bom demais pra fazer só um pouquinho.

Aí eu chego lá no fanfarrão do twitter e começo a me expressar e… 140 caracteres. Não adianta, eu não consigo escrever nada razoável com 140 caracteres. “Ah, mas é justamente esse o fenômeno do twitter, seu bucéfalo!”. Eu sei, mas isso não significa que seja bom. Porra, 140 caracteres só dá pra falar tipo: “Fui na esquina comprar pão com mortadela. BRB”. Pra falar esse tipo de coisa, prefiro ficar calado. Afinal, quem quer saber que eu fui na esquina comprar um pão com mortadela?

Oh my god, you killed Twitter, you bastards!

"Oh my god, you killed Twitter, you bastards!"

Apesar de tudo, mantenho um twitter com incríveis 3 tweets. E de vez em quando me pego viajando por ali, vendo como é incrível que as pessoas realmente não só adoram o twitter, como fazem tweets sobre qualquer coisa. “Encontrei fulaninho na esquina!”.”Hoje não tá sol ;/”. Sei lá, não é pra mim.

Prefiro falar com as paredes, ninguém lê, mas eu posso escrever quanto eu quiser! ;p

Ao som de Ignorance, a nova do Paramore.

O post sobre histórias de amor não foi dividido em dois à toa. Dividi-o por que não seria capaz de dizer qual das duas grandes histórias de amor pelas quais já passei seria mais digna deste post. Assim, nada mais justo que escrever sobre as duas.

Stardust, o livro.

Stardust, o livro.

A segunda grande história de amor com a qual me deparei, mais uma vez, por acidente chama-se Stardust. Verdadeira obra de arte trazida à vida por Neil Gaiman, Stardust foi denominada pelo próprio autor: “Um conto de fadas para adultos”. Stardust segue a jornada do joven Tristan Thorn, morador da pacífica vila de Wall. Wall é, de fato, uma vila serena do interior da Inglaterra. Ou melhor, seria, se não fosse pelo muro que dá nome à cidade. O muro, cuja travessia é proibida à todos exceto numa data especial, separa a vila de Wall de um fantástico universo de surpresas.

Voltando ao protagonista, Tristan Thorn é um jovem mais que comum, por vezes até ignorado, passando despercebido. Tristan entretando, nutre uma paixão platônica pela belíssima Victoria, a mais bela (e disputada) jovem de Wall. Como todo jovem romântico, Tristan está disposto a qualquer coisa pelo amor de sua musa. Não hesita então, em por o pé na estrada e sair em jornada quando Victoria pede que Tristan busque uma estrela cadente para provar seu amor e, então, casar-se com ela.

Ivaine, a estrela.

Ivaine, a estrela.

Com esta base que consegue distorcer o clichê das histórias de amor, Neil Gaiman desenvolve uma das mais apaixonantes histórias de amor já vistas. Descobrir como a antipatia e implicancia de Ivaine, a estrela, por Tristan se torna o mais belo e puro dos amores e ver como Tristan descobre aos poucos que sua jornada não se dava pelo amor de Victoria, mas para encontrar Ivaine é encantador e emocionante.

Com belíssimas sutilezas, Gaiman consegue dar detalhe e vida ao fantástico mundo que se ergue do outro lado do muro de Wall e a paixão de Ivaine por Tristan. A caracterização de cada mitologia existente do outro lado do muro é perfeita. E o que dizer da maneira como é encarado o amor de uma estrela por um mortal? O que pensar ao perceber que Ivaine brilha mais forte quando está perto de Tristan, quando ele a toca? Detalhes e sutilezas que só poderão ser vistos por quem acompanhar a história.

Stardust, o filme.

Stardust, o filme.

Stardust foi recentemente adaptado para o cinema. O filme, apesar de muito inferior ao livro, consegue capturar um pouco do brilho e da paixão da história. É uma boa pedida para os que não fazer da leitura um hábito nem um prazer, apesar de Stardust ser uma leitura bem leve.

Uma pequena novidade, os posts a partir de agora tem trilha sonora, que tem sempre algo a ver com o estado de espírito que me levou a dar vida ao próprio. Assim, aí vai a primeira, sempre com link da letra para os mais interessados (na música ou no estado de espírito ;p):

Escrito ao som de Misery Business, eternizada por Paramore.

Letra: http://vagalume.uol.com.br/paramore/misery-business.html

Anúncios